segunda-feira, junho 21, 2010

Alegrias, momentos!

Tem alegrias que duram pra sempre em mim. Uma conversa, um sorriso, uma festa, um abraço... Alegrias que não sei porque, são gigantes!
Algumas coisas que me fazem esquecer toda o melodrama que por muitas vezes insiste em me acompanhar; toda minha melodrama, como em um passe de mágica se transforma em uma alegria infinda.
Não é difícil me ver feliz, há várias coisas que conseguem fazer com que meus olhos brilhem e meu sorriso se abra...Pessoas, lugares, momentos...Sinceramente, para mim, uma das coisas mais gostosas da vida é soltar aquela gargalhada que vem bem do fundo da alma e te faz até perder o fôlego.
Meus caros leitores, sejam felizes e lembrem-se de encontrar os prazeres em coisas simples tambem; se você está bem, tudo em volta fica bem.

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(mudando de assunto) Acho incrível a capacidade do tempo de mudar as coisas, sempre há aquela época (vamos assim dizer), que parece que só existe aquela meia dúzia de pessoas que formam a melhor turma de todas; só que um belo dia você pisca e vê que aquelas pessoas mudaram, que você mudou; a turma de vocês já não é a mais incrível e perfeita que existe. Você passa a prestar mais atenção (para de se preocupar com a opnião dos outros) nos outros e descobre que o mundo é muito maior do que aquilo que você imaginava.Mas há quem nos faz feliz, quem nos faz sorrir por um simples olá ou um beijo. Há quem nos alegra, mesmo estando longe ( ou tão perto quando estar ao lado do seu edifício(?))

Sentimentalismo Barato

Sou sentimental
Me apego como tal
Choro e Sofro
Como se fosse normal
Fantasio a realidade
Com alguém que na verdade
Só se faz deixar a saudade...
Derrubo-me por tão pouco
Dizem até que sou louco
Mas quem... me diz
Quem não tenta ser feliz?
O que de errado foi que fiz?
Cometi atos juvenis?
Penso que talvez não...
Eu crio a ilusão
Desenvolvo a solidão
Canto meu próprio refrão
Pra encontrar uma solução
E quem sabe um dia...
Te ter não só no meu coração...

sábado, junho 19, 2010

 Eu acho fascinante que a maioria das pessoas planeje suas férias com mais cuidado do que planeje suas vidas, talvez porque fugir é mais fácil que mudar.

domingo, junho 13, 2010

Like we used to ♪



Ele assiste aos seus filmes favoritos? Ele te abraça quando você chora? Ele te deixa contar todas as suas partes favoritas mesmo você tendo as visto um milhão de vezes? Ele canta junto com a sua música enquanto você dança ao som de "Purple Rain"? Ele faz todas essas coisas, como eu costumava fazer ♪

quinta-feira, junho 10, 2010

É só amor.

Todo dia dos namorados a cidade fica cheia de coraçõezinhos, há batom nas vitrines estampando “eu te amo”, os restaurantes lotam e os motéis ganham filas.

Todo dia dos namorados, os caixas fazem hora-extra, as embalagens chiam celofanes mundo afora, milhões de cartõezinhos são manufaturados de livre e espontânea vontade e sem vontade nenhuma também.
Todo dia dos namorados, as moças rezam pelo inusitado, os rapazes penam ou apelam à maternidade. Minha mãe uma vez comprou dois conjuntos de lingerie iguais, apenas trocava a cor, para as duas namoradas do meu irmão. A ilusão de uma data romântica e infalível, pra mim, durou menos que Papai Noel.
               Mas essa semana eu vi uma novidade: uma grande rede de lojas se fazendo de alcoviteira e criando agência de namoro na internet. Assustadora estratégia de vendas: se quiser se curar da solteirice, eu arranjo alguém pra você comprar presente.
Não basta a gravação no estacionamento do shopping, os comerciais de rádio e TV esmagadores, os lembretes onde quer que ande? Tudo empurrando a individualidade para o espaço. Se é solteiro, logo, é encalhado. Tem alguma coisa errada com você.
Me pus a pensar sobre o preconceito e a confusão entre solidão e estar solteiro. Solidão é sofrer ausência. Estar solteiro é gozar das possibilidades.
Há muitos anos provaram que o segredo está nos olhos. Talvez a dificuldade de quem sente solidão seja se posicionar como um derrotado. Quantos namoros surgem na véspera da data por absoluta carência? Ser solteiro não é não estar casado. Veja só.
               As prostitutas parisienses usavam um colírio à base de Beladona e antes disso, mulheres aplicavam extrato de atropa nos olhos. Isso para dilatar as pupilas e imitar o desejo. Desejar nos torna mais belos. Dizemos que sim, queremos alguém, com o olhar. E o parceiro pressente essa abertura.
O Dia dos Namorados é o colírio em nossos olhos. Fantasiamos um querer imenso, de tirar o ar, próprio da paixão e, por isso mesmo, absolutamente incontrolável: ele é que se impõe sobre a gente.
Querer e não querer são ciclos tão naturais quanto as estações do ano. Ao que o próprio corpo determina, não cabe crítica. Solidão é a arrogância de julgar que não está na hora do inverno. Quer reclamar? Escreve pro SAC do @ocriador. Ao menos será divertido.
                 Quem está sozinho, que se ame ainda mais. Tenha paciência com as pupilas, procure o sentido da pausa, perca o medo do egoísmo e aproveite para criar o hábito.

Crônica de Cínthya Verri

terça-feira, junho 08, 2010

Queria ser criança de novo, joelhos machucados curam-se bem mais rápido que corações partidos.

terça-feira, junho 01, 2010

Por Maria Rita Angeiras

Engraçado, assim como a música, tudo que eu também tenho feito o dia inteiro é dormir e pensar em você. E eu estou tão exausta dessa obrigação de descansar que às vezes eu me pego despertando mesmo já estando acordada há tantas e tantas horas, como se o tempo não passasse nunca na minha janela. Isso porque meu corpo desistiu de acompanhar a minha cabeça depois do décimo passeio que fiz hoje pelo supermercado, tentando achar nas prateleiras algum sentido para aqueles dias vazios ou tentando comprar, com o meu cartão de crédito, alguma coisa que me cause tanta alegria no estômago quanto a sua voz e os seus olhos. Mas a música corrige e repete, com uma melodia deliciosa, que o amor não é nenhuma grande verdade. Não, o amor não é nenhuma grande verdade. Com uma enorme flor branca nos braços, resultado de uma velha promessa que eu fiz e não consigo cumprir nunca, eu volto para casa discordando daquilo. É, eu discordo. Porque eu escuto a risada de Clara do outro lado da linha, enquanto ela brinca com os óculos de moldura vermelha, e eu me sinto tão viva que crio coragem de ser feliz sempre que a gargalhada debochada dela me pedir. Porque as palavras doces da minha mãe são o meu travesseiro, e esse jeito incorrigível que ela tem de botar fé no mundo é o que alimenta todos os dias o que sobra da minha poesia distraída. Porque eu decido ir para casa ver a minha família e, de repente, tudo faz muito sentido e eu perco essa expressão subliminar que me acompanha de segunda a sexta. Porque eu gosto de ouvir a sua voz e ela me acalma e eu sei que vai ficar tudo bem, porque você é o tipo de pessoa que sempre faz isso com os outros e porque eu sou o tipo de pessoa que sempre se apaixonaria por você, quantas vezes você quisesse. E, por fim, mas não por falta de outros argumentos, porque o amor, se não for uma grande verdade, é a única mentira que a vida precisa para ser muito, mas muito boa mesmo.
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